Fevereiro 11, 2009

Mais pesado à segunda do que à primeira. Muito mais. Talvez por ser lido com outra maturidade que não a dos dezassete anos, há toda uma outra compreensão. Não escrevo mais porque, sinceramente, não me apetece e era dar demasiado de mim num dia em que me sinto particularmente sensível.

‘But I know a disease that these doctors can’t treat

You get trapped on the day you accept all you see

Is a mirror, and a mirror is all it can be

A reflection of something we’re missing.’

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